A humanidade deveria ser exterminada de uma vez por todas. Ou deveria ser escravizada e controlada por máquinas, como na trilogia The Matrix. Ou deveria evoluir e deixar de ser tão idiota, como em alguns seriados de ficção científica. Ou perder o planeta para uma raça alienígena, como em A Guerra dos Mundos ou Independence Day. Sei que tudo isso é viagem, mas é o que deveria acontecer. Como diz o agente Smith, a raça humana se parece muito com um vírus: chega a algum lugar, consume tudo o que pode consumir e vai embora, deixando apenas os restos.
Cada vez mais, eu fico surpreso com algumas coisas que acontecem, tanto de pessoas que eu conheço quanto de quem eu não conheço. A última de uma pessoa que eu conheço é de um de meus melhores amigos, que anda mentindo e fazendo coisas que não deveria pelas minhas costas. Grande amigo, hein? De qualquer forma, minhas provas contra isso estão prontas e guardadas em um local seguro. Se tem uma coisa que eu odeio é mentira.
Hoje, estava eu, sem fazer nada, como sempre, assistindo TV, passando os canais, quando eu páro numa reportagem sobre uma babá que foi flagrada batendo na criança que cuidava. Quando eu digo bater, é bater de verdade. A mulher chegava a dar murros na cabeça do guri de mão fechada. E ainda olhava para ver se não tinha deixado marcas na criança. Quando os jornalistas foram fazer a reportagem, ela já estava algemada, pedindo perdão e implorando para não ser presa, dizendo que não iria mais fazer aquilo, que ela tinha perdido a noção das coisas, e por aí vai. Ela foi solta. Dias depois, ela voltou a trabalhar para a mesma família e foi filmada batendo na criança de novo. Mais uma imploração. Dessa vez foi engraçada. Se fosse comigo, eu não chamaria a polícia. Eu torturaria de várias formas. Por mim, eu cortaria os braços dela pedaço por pedaço, começando pelos primeiros ossos do dedinho, passando para os segundos ossos, um dedo de cada vez, até sobrar apenas os ombros.
Sim, eu estou estressado! Minha cabeça dói e eu quero bater em uma pessoa! Eu não ando dormindo direito! Tomara que a humanidade não dure mais do que 150 anos.
E, por favor, se alguém for comentar e não estiver cadastrado no site de comentários, assine o nome no final. Coloque "ass.: fulano", por favor. Odeio comentários anônimos.
terça-feira, maio 24, 2005
11:59 PM - Mais um manifesto...
segunda-feira, maio 16, 2005
1:12 AM - Batidas...
Acabei de ser elevado ao nível de lenda urbana. Tudo isso pelo simples fato de eu sumir repentinamente da convivência de algumas pessoas sem motivo algum. Na maioria das vezes, eu tenho meus motivos, mas ninguém fica sabendo. Ninguém desse grupo, digo eu.
Eu ando ouvindo músicas diferentes. Diferentes do que eu costumava ouvir. Descobri que álbuns de trilha sonora de música eletrônica tocadas por uma única banda são ótimos para ficar acordado.
Eu preciso dormir. Até outro dia. Ouçam as trilhas sonoras de Clube da Luta (The Dust Brothers) e Danny The Dog (Massive Attack).
Eu ando ouvindo músicas diferentes. Diferentes do que eu costumava ouvir. Descobri que álbuns de trilha sonora de música eletrônica tocadas por uma única banda são ótimos para ficar acordado.
Eu preciso dormir. Até outro dia. Ouçam as trilhas sonoras de Clube da Luta (The Dust Brothers) e Danny The Dog (Massive Attack).
quinta-feira, maio 05, 2005
1:53 AM - Desperdício de vida
Acho que eu estou velho. Eu me sinto velho. Eu estou ouvindo uma música chamada Hold On, do Tom Waits, e tem aquele ritmo de música velha. O clima é daqueles bares velhos e escuros, com gente velha bebendo até cair, um neon grudado em cima do bar com umas 3 ou 4 letras falhando, uma TV ligada passando qualquer e duas meses de sinuca que sempre têm alguém jogando. Ou então aqueles quartos de hotel velhos, com a parede de cor verde, um ar condicionado quebrado de 1970 e um ventilador de teto que giraria mais se fosse a mão do que elétrico, com copos velhos, um papel amarelado de aviso colado atrás de porta, quase que rasgando, no melhor clima "beira de estrada". E essa é uma das músicas mais bonitas que eu já ouvi.
Eu acabei de chegar da feirona. Fui para lá com o Matheus e acabei encontrando mais um pessoal. Ele tinha me falado que uma amiga dele, lá do sul, foi assassinada pelo cara com quem ela estava saindo. Ele vendeu o carro dela, pegou o dinheiro e a matou enforcada na beira de um rio. "Quanta morte sem sentido", ele me disse. Eu respondi que todas as mortes são sem sentido. Afinal de contas, se você parar para pensar, você vai ver que você constrói uma vida inteira, você trabalha, estuda, cria uma família, dependendo do caso, para chegar em um momento em que não sobra mais nada. Em questão de segundos, nada do que você fez sua vida toda perde todo o significado. Você não vai mais aproveitar aquilo que tem. Acabou. Fim.
É aí que você percebe que nada vale a pena. Não vale a pena se esforçar tanto para conseguir alguma coisa. Não vale a pena ficar muito irritado com alguém ou alguma coisa que não deu certo. Nada vale a pena. E, como vocês podem perceber, estou com pessimismo levado ao extremo.
Nos últimos tempos, eu ando encontrando algumas pessoas que já fizeram parte da minha vida no passado. Pessoas que estudaram comigo, outras que são da família mas eu não via há MUITO tempo, gente que eu achei que não veria mais. A maioria delas reaparece por acaso, como foi o caso do Rafael Takayassu, que eu encontrei do nada no Maria Fumaça quando ele estava de passagem pela cidade. Ele me disse que a Tatiana, irmã dele, também estava na cidade, mas que eles iriam embora no dia seguinte, logo pela manhã. Foi legal ter encontrado com ele, mas foi chato porque eu não me encontrei com ela. Vai demorar muito até eu ter outra oportunidade dessas. E a Tatiana é uma das melhores pessoas que eu conheço. Se não for a melhor.
Eu estou falando tudo isso porque eu acho que minha vida anda passando simplesmente. Parece que eu não estou aproveitando tudo o que eu poderia aproveitar. Eu tenho o péssimo hábito de ficar remoendo as oportunidades perdidas. Principalmente quando eu percebo que não vou ter outra oportunidade igual ou parecida. Os anos passam, eu perco meu tempo e minhas oportunidades...Parece que eu estou desperdiçando minha vida.
Eu estou com a súbita vontade de conhecer lugares que eu não conheço sozinho. Conhecer pessoas diferentes das pessoas daqui. Quem sabe, eu consiga fazer isso no próximo feriado. Ou nas férias. Estou precisando de mudanças.
Para melhorar um poquinho meu humor e vocês não acharem que eu estou exagerando quando eu falho da minha velhice, olha o que o orkut me disse:
Post melhor lido ao som da música do Tom Waits que eu falei lá em cima. Ou Teenage Angst, do Placebo. Ou Paranoid Android ou Karma Police, do Radiohead. E eu quero a opinião de todo mundo pra saber qual nome é melhor pro meu blog: Só Metade ou Histeria, Psicodelia e Etc.?
Eu acabei de chegar da feirona. Fui para lá com o Matheus e acabei encontrando mais um pessoal. Ele tinha me falado que uma amiga dele, lá do sul, foi assassinada pelo cara com quem ela estava saindo. Ele vendeu o carro dela, pegou o dinheiro e a matou enforcada na beira de um rio. "Quanta morte sem sentido", ele me disse. Eu respondi que todas as mortes são sem sentido. Afinal de contas, se você parar para pensar, você vai ver que você constrói uma vida inteira, você trabalha, estuda, cria uma família, dependendo do caso, para chegar em um momento em que não sobra mais nada. Em questão de segundos, nada do que você fez sua vida toda perde todo o significado. Você não vai mais aproveitar aquilo que tem. Acabou. Fim.
É aí que você percebe que nada vale a pena. Não vale a pena se esforçar tanto para conseguir alguma coisa. Não vale a pena ficar muito irritado com alguém ou alguma coisa que não deu certo. Nada vale a pena. E, como vocês podem perceber, estou com pessimismo levado ao extremo.
Nos últimos tempos, eu ando encontrando algumas pessoas que já fizeram parte da minha vida no passado. Pessoas que estudaram comigo, outras que são da família mas eu não via há MUITO tempo, gente que eu achei que não veria mais. A maioria delas reaparece por acaso, como foi o caso do Rafael Takayassu, que eu encontrei do nada no Maria Fumaça quando ele estava de passagem pela cidade. Ele me disse que a Tatiana, irmã dele, também estava na cidade, mas que eles iriam embora no dia seguinte, logo pela manhã. Foi legal ter encontrado com ele, mas foi chato porque eu não me encontrei com ela. Vai demorar muito até eu ter outra oportunidade dessas. E a Tatiana é uma das melhores pessoas que eu conheço. Se não for a melhor.
Eu estou falando tudo isso porque eu acho que minha vida anda passando simplesmente. Parece que eu não estou aproveitando tudo o que eu poderia aproveitar. Eu tenho o péssimo hábito de ficar remoendo as oportunidades perdidas. Principalmente quando eu percebo que não vou ter outra oportunidade igual ou parecida. Os anos passam, eu perco meu tempo e minhas oportunidades...Parece que eu estou desperdiçando minha vida.
Eu estou com a súbita vontade de conhecer lugares que eu não conheço sozinho. Conhecer pessoas diferentes das pessoas daqui. Quem sabe, eu consiga fazer isso no próximo feriado. Ou nas férias. Estou precisando de mudanças.
Para melhorar um poquinho meu humor e vocês não acharem que eu estou exagerando quando eu falho da minha velhice, olha o que o orkut me disse:
Sorte de hoje:
Você terá uma velhice muito confortável.
Você terá uma velhice muito confortável.
Post melhor lido ao som da música do Tom Waits que eu falei lá em cima. Ou Teenage Angst, do Placebo. Ou Paranoid Android ou Karma Police, do Radiohead. E eu quero a opinião de todo mundo pra saber qual nome é melhor pro meu blog: Só Metade ou Histeria, Psicodelia e Etc.?
terça-feira, maio 03, 2005
12:00 PM - Ah...
Ontem tinha escrito um mega-post (quer dizer, não tão grande, mas do tamanho normal dos meus posts), mas o Blogger não queria me deixar logar. Como eu também não queria salvar, resolvi perder o post.
Então, hoje, eu só quero postar pra dizer que eu estou cansado. Ando tendo poucas horas de sono.
É isso. Até mais.
Então, hoje, eu só quero postar pra dizer que eu estou cansado. Ando tendo poucas horas de sono.
É isso. Até mais.
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