Não existe nada que tenha um sabor pior do que o sabor de peixe. Quer dizer, existe sim. Milho consegue ser péssimo. Talvez, até pior. E eu gosto de comer. Não sou bom de garfo, e também não tenho um gosto muito variado, mas comer é umas das coisas que eu mais gosto de fazer, como qualquer pessoa normal.
Tem gente que diz que peixe tem gosto de frango. É tudo mentira. Peixe não tem nada parecido com frango. Absolutamente nada. Não dá nem pra disfarçar o gosto de peixe tentando imitar o gosto do frango, por melhor que seja o(a) cozinheiro(a). E não adianta empurrar comida na minha boca que eu não como. Quando eu digo que eu não gosto, é porque eu odeio.
Ensinamento do Watson sobre si mesmo: não tente disfarçar. Botar máscaras em tudo quanto é coisa não é bom para ninguém. Nem pra mim nem pra quem quer disfarçar. E eu digo isso em todos em sentidos. Existem indivíduos por aí que demonstram ser uma pessoa, mas é outra completamente diferente. E eu não estou falando de pessoas com quem eu ando saindo nesses últimos dias. Estou falando de pessoas que eu já apaguei inclusive da minha lista de contatos no MSN. Se vocês estiverem em dúvidas sobre quem vocês são, é fácil descobrir.
Eu ando conversando bastante com uma pessoa aqui no MSN e nós não nos conhecemos ainda muito bem. OK, é uma menina. Mas ninguém tem idéia de quem seja. E isso é bom porque ela não tem os vícios de personalidade das pessoas que eu já conheço. Nem mesmo meus vícios de personalidade, que são extremamente numerosos. Um dia desses, numa de nossas conversas, ela perguntou o que aconteceria se ela me chateasse ou magoasse, com outras pessoas fizeram antes. Eu respondi que eu não sei. Afinal de contas, parece ser muito difícil ela me chatear a ponto de eu querer fazer alguma coisa. Com isso, vocês podem deduzir que eu sou mentiroso também.
Mudando de assunto, porque eu falo demais sobre pessoas e as chateações que elas me trazem, vou falar sobre uma coisa que não me deixou chateado, mas que eu queria que fosse diferente. Eu não fui ao show do Placebo ontem em Floripa. Mesmo podendo aproveitar o fato de o meu irmão estar morando em Floripa, eu não fui. No mesmo dia, eu perguntei para o Ivan, que mora em São Paulo, lugar de um dos show futuros de Placebo no Brasil, sobre como está a venda dos ingressos. Recebi a triste notícia de que os ingressos para estudantes já haviam sido esgotados. Ou seja, nada de Placebo em 2005 pra mim. Com sorte, daqui a um ou dois anos, eles lançam outro álbum, arranjem outra turnê e venham de novo ao Brasil.
Vou aproveitar para deixar um recado aqui. Esse recado é para uma pessoa só. Talvez ela leia, e talvez não. De qualquer forma, não é para as pessoas que comentam freqüentemente aqui. Quando eu estiver em silêncio e não falar com você, é porque há um motivo. Você me perguntou se eu vou falar com você. Eu menti respondendo que sim. Talvez, daqui a algum tempo, minha resposta verdadeira seja sim. Enquanto esse tempo não chega, cale a boca, por favor. Vai ser melhor para todo mundo. Mas eu não espero que você fique em silêncio. Afinal, você não conseguiu respeitar uma decisão que eu tomei. Imagina isso que eu estou avisando.
Vou ficando por aqui. Já falei coisas demais. Se alguém tiver um ingresso para o show do Placebo em São Paulo sobrando, eu aceito! Ou, se alguém quiser assistir o show do White Stripes, também em São Paulo, saindo daqui de CG, está convidado.
Post interrompido por motivo de força maior: minha mãe me chamando para jantar. Fomos em uma peixaria.
sábado, abril 23, 2005
1:48 PM - Odeio peixe
segunda-feira, abril 18, 2005
12:26 AM - Complexado?
Foi essa característica que acabaram de me atribuir. E não foi sobre os banheiros. Me disseram que eu sou complexado pelo modo pelo qual eu expresso minhas idéias nesse blog. E, para ser sincero, eu não entendi mesmo. Principalmente pelo jeito que me falaram, sem me dar explicações. Quer dizer, até tentaram dar um explicação, mas foi tão ruim que eu não entendi. Como assim, eu deixo as pessoas complexadas quando elas lêem o que eu escrevo?
Bom, estou dizendo tudo isso porque uma pessoa que costuma ler meu blog mostrou esses posts para a cunhada e as duas pessoas concordaram que eu sou complexado. Eu não nego que tenho complexos, mas, como assim, eu sou complexado? Como elas tiraram essa conclusão a partir do que eu escrevi? Talvez, eu esteja escrevendo igual um louco! Daqui a pouco, eu vou começar a pular igual um macaco gritando "Bananas!". Ou talvez eu fique neurótico. Vai saber...
Se mudar de um assunto para o outro, do nada, é ser complexado, então, sim! Eu sou complexado!
Se fazer milhares de perguntas, esperando ou não respostas, é ser complexado, então, eu sou duplamente complexado!
E bobos são aqueles que não são!
Eu acho que eu falei demais já. Não estou bravo. Nem chateado. Só um pouco surpreso. Não é todos os dias que eu ouço que sou complexado. Para falar a verdade, essa foi a primeira vez. De onde tiraram que eu sou complexado?
Eu acho que devo mesmo ser louco...porque os loucos hão de herdar a terra!
Sugestão musical para ler esse post:
- The Devil Walks In The Sand - The Cooper Temple Clause
- Satan Is My Motor - Cake
Bom, estou dizendo tudo isso porque uma pessoa que costuma ler meu blog mostrou esses posts para a cunhada e as duas pessoas concordaram que eu sou complexado. Eu não nego que tenho complexos, mas, como assim, eu sou complexado? Como elas tiraram essa conclusão a partir do que eu escrevi? Talvez, eu esteja escrevendo igual um louco! Daqui a pouco, eu vou começar a pular igual um macaco gritando "Bananas!". Ou talvez eu fique neurótico. Vai saber...
Se mudar de um assunto para o outro, do nada, é ser complexado, então, sim! Eu sou complexado!
Se fazer milhares de perguntas, esperando ou não respostas, é ser complexado, então, eu sou duplamente complexado!
E bobos são aqueles que não são!
Eu acho que eu falei demais já. Não estou bravo. Nem chateado. Só um pouco surpreso. Não é todos os dias que eu ouço que sou complexado. Para falar a verdade, essa foi a primeira vez. De onde tiraram que eu sou complexado?
Eu acho que devo mesmo ser louco...porque os loucos hão de herdar a terra!
Sugestão musical para ler esse post:
- The Devil Walks In The Sand - The Cooper Temple Clause
- Satan Is My Motor - Cake
domingo, abril 17, 2005
3:05 PM - Dos banheiros
Quais são as probabilidades de se conhecer alguém interessante dentro de um banheiro? Nenhuma, se o banheiro for só para um dos sexos. Mas a coisa muda de figura quando o banheiro é unissex, criançada.
Eu aposto que pouca gente já passou por isso. Principalmente pelo motivo que eu já falei: banheiros separados. Mas foi isso que aconteceu ontem à noite comigo num lugar chamado "Garagem". Ontem foi a re-inauguração do lugar, e, como anda acontecendo ultimamente comigo, eu só saí de casa porque era de graça. Estava eu, tranqüilamente, falando ao celular no banheiro, quando entra um segurança que sai rapidamente do banheiro. Logo depois, coisa de 10 segundos, entram duas meninas extremamente bonitas. Eu, como todo bom "loser", olhei como quem não quer nada e voltei a concentração para a conversa no celular. Foi então que uma delas vem me perguntar se o banheiro era unissex ou se ela estava no banheiro errado. Perdido do jeito como sempre sou, respondi que não sabia, mas avisei que não havia placa alguma para indicar que tipo de banheiro era aquele. Elas concordaram e foram fazer as coisas que se fazem no banheiro e eu disse "sintam-se à vontade", que é uma pequena mania que eu tenho. Uma delas ainda saiu do cubículo e falou "Pode ficar tranqüilo. O que não pode acontecer é você ver." Foi então que eu saí do banheiro com um sorriso no rosto por ter tido uma conversa tão interessante com duas meninas extremamente lindas dentro de um banheiro.
Algum tempo depois, estava eu sentado num sofá perto da porta do banheiro. E eu não estava lá acampando, esperando alguém adentrar ao banheiro. Pouco antes, eu havia levado um banho de cerveja e fui ao banheiro lavar. Já limpo, devidamente sentado no sofá, eu vejo as duas meninas entrarem de volta ao banheiro, com uma delas olhando para mim, sorrindo, acenando e dizendo "Olha nosso amigo do banheiro. Oi!". Eu tive a súbita vontade de entrar de volta no banheiro para lavar de novo meu cotovelo sujo de cerveja. Como é óbvio, eu encontrei com elas lá dentro e começamos a conversar, fiquei sabendo o nome delas, e elas o meu. A pena é que elas acabaram indo embora e não consegui mais encontrar com elas sozinhas. Na terceira vez que eu as vi, estava cada uma com um cara. Eu ainda pensei em puxar conversa, mas provavelmente criaria um problema ali. Bárbara e [Gí.ze.li] (estou botando nome da outra menina foneticamente porque eu não tenho nem idéia de como se escreve) eram os nomes delas. Esse segundo nome é tão estranho que eu achei que fosse mentira, mas percebi que infelizmente era verdade quando ela falou que eu fui um dos únicos que acertou o nome dela de primeira.
Vou ficando por aqui. Esse post acabou ficando muito grande. E eu preciso voltar à minha vida de perdedor por não ter tido nenhuma idéia dentro do banheiro, onde as idéias costumam fluir. Que isso sirva de lição para mim e para qualquer perdedor que ainda leia esse blog. Não estou dizendo que todos os que lêem são perdedores como eu, mas, se algum de vocês for, e alguém puxar conversa com vocês dentro de um banheiro unissex, por favor, tente ser social. Afinal de contas, conversas de banheiro podem levar qualquer pessoa a qualquer lugar. E, pelo amor de Deus, não façam brincadeiras idiotas como perguntar se lavou a mão ou se precisa de ajuda. Estou me xingando hoje por isso. Por não ter conversado mais com elas. Não fiz brincadeiras idiotas.
Eu aposto que pouca gente já passou por isso. Principalmente pelo motivo que eu já falei: banheiros separados. Mas foi isso que aconteceu ontem à noite comigo num lugar chamado "Garagem". Ontem foi a re-inauguração do lugar, e, como anda acontecendo ultimamente comigo, eu só saí de casa porque era de graça. Estava eu, tranqüilamente, falando ao celular no banheiro, quando entra um segurança que sai rapidamente do banheiro. Logo depois, coisa de 10 segundos, entram duas meninas extremamente bonitas. Eu, como todo bom "loser", olhei como quem não quer nada e voltei a concentração para a conversa no celular. Foi então que uma delas vem me perguntar se o banheiro era unissex ou se ela estava no banheiro errado. Perdido do jeito como sempre sou, respondi que não sabia, mas avisei que não havia placa alguma para indicar que tipo de banheiro era aquele. Elas concordaram e foram fazer as coisas que se fazem no banheiro e eu disse "sintam-se à vontade", que é uma pequena mania que eu tenho. Uma delas ainda saiu do cubículo e falou "Pode ficar tranqüilo. O que não pode acontecer é você ver." Foi então que eu saí do banheiro com um sorriso no rosto por ter tido uma conversa tão interessante com duas meninas extremamente lindas dentro de um banheiro.
Algum tempo depois, estava eu sentado num sofá perto da porta do banheiro. E eu não estava lá acampando, esperando alguém adentrar ao banheiro. Pouco antes, eu havia levado um banho de cerveja e fui ao banheiro lavar. Já limpo, devidamente sentado no sofá, eu vejo as duas meninas entrarem de volta ao banheiro, com uma delas olhando para mim, sorrindo, acenando e dizendo "Olha nosso amigo do banheiro. Oi!". Eu tive a súbita vontade de entrar de volta no banheiro para lavar de novo meu cotovelo sujo de cerveja. Como é óbvio, eu encontrei com elas lá dentro e começamos a conversar, fiquei sabendo o nome delas, e elas o meu. A pena é que elas acabaram indo embora e não consegui mais encontrar com elas sozinhas. Na terceira vez que eu as vi, estava cada uma com um cara. Eu ainda pensei em puxar conversa, mas provavelmente criaria um problema ali. Bárbara e [Gí.ze.li] (estou botando nome da outra menina foneticamente porque eu não tenho nem idéia de como se escreve) eram os nomes delas. Esse segundo nome é tão estranho que eu achei que fosse mentira, mas percebi que infelizmente era verdade quando ela falou que eu fui um dos únicos que acertou o nome dela de primeira.
Vou ficando por aqui. Esse post acabou ficando muito grande. E eu preciso voltar à minha vida de perdedor por não ter tido nenhuma idéia dentro do banheiro, onde as idéias costumam fluir. Que isso sirva de lição para mim e para qualquer perdedor que ainda leia esse blog. Não estou dizendo que todos os que lêem são perdedores como eu, mas, se algum de vocês for, e alguém puxar conversa com vocês dentro de um banheiro unissex, por favor, tente ser social. Afinal de contas, conversas de banheiro podem levar qualquer pessoa a qualquer lugar. E, pelo amor de Deus, não façam brincadeiras idiotas como perguntar se lavou a mão ou se precisa de ajuda. Estou me xingando hoje por isso. Por não ter conversado mais com elas. Não fiz brincadeiras idiotas.
sábado, abril 16, 2005
7:53 PM - Unicidade
O que faz duas pessoas terem um único perfil no orkut? Loucura? Convivência? Falta de individualidade?
Há alguns anos, eu conheci dois irmãos gêmeos, Rafael e Rodrigo Anbar. Algumas das pessoas que lêem esse blog os conhecem. Eles são o tipo de gêmeos que se vestem muito parecidos, que têm o mesmo gosto e que fazem tudo juntos. Mas, até aí, tudo bem. Afinal, isso é coisa de gêmeos mesmo. Mas achei um exagero quando eles apareceram no orkut pedindo autorização para adicionar à lista deles. Se fossem dois perfis, eu até acharia normal. Mas um perfil só para os dois é exagero.
Alguns minutos atrás, estava eu nas minhas andanças pelo orkut quando eu vejo um perfil para duas pessoas de novo: Cris e Lolo. Resolvi checar só para ver qual o parentesco dos indivíduos. E, putz grila, que "about me" gigante é o deles. Acabei não entendendo o que eles são por falta de paciência para ler o "about me" gigante. Concluí que são casados. Mas não é isso o que interessa.
Vejam bem: a menos que sejam gêmeos, ninguém não grudado a outra pessoa. Não quero fazer crítica a ninguém, mas por que diabos as pessoas tendem a sair acompanhandas sempre? Por que as pessoas têm o péssimo hábito de sentir saudade? Por que as pessoas dividem um único perfil no orkut?
Não venho questionar sobre companhia ou saudade. Estou simplesmente indagando o que faz duas pessoas dependerem tanto uma da outra. Se vocês olharem por um lado, os do que vivem sozinhos, vocês vão perceber que nada disso possui motivo. Mas, se o lado que examinarem for os do que só ficam sozinhos quando vão ao banheiro, os motivos pipocam. É tudo uma questão de "modus vivendi". É como o anjo Gabriel disse para John Constantine no filme: "Você vai morrer cedo porque fumou vários maços de cigarro desde os 15 anos. E você vai para o inferno por causa da vida que você levou. Você está fodido."
Hoje, um pouco mais cedo, eu estava conversando com a Neylisa, que é uma menina que estudou comigo há muito tempo atrás. E, durante a conversa, ela me perguntou se eu ainda via algumas das pessoas com quem a gente estudou. E eu falei que não. Pouco depois, ela me perguntou com quem eu andava saindo. Usando a frase que uma amiga me disse, "Campo Grande é uma fazenda que cresceu demais." Mas, se eu falasse o nome das pessoas com quem eu estou saindo, será que ela conheceria? Essa pergunta vai ficar sem resposta. Por dois motivos. O primeiro é porque ela talvez não conheça mesmo. O segundo é pelo fato de eu não ter um grupo de amigos fixo.
Eu fico por aqui. Já disse a metade que eu tinha para dizer hoje.
Há alguns anos, eu conheci dois irmãos gêmeos, Rafael e Rodrigo Anbar. Algumas das pessoas que lêem esse blog os conhecem. Eles são o tipo de gêmeos que se vestem muito parecidos, que têm o mesmo gosto e que fazem tudo juntos. Mas, até aí, tudo bem. Afinal, isso é coisa de gêmeos mesmo. Mas achei um exagero quando eles apareceram no orkut pedindo autorização para adicionar à lista deles. Se fossem dois perfis, eu até acharia normal. Mas um perfil só para os dois é exagero.
Alguns minutos atrás, estava eu nas minhas andanças pelo orkut quando eu vejo um perfil para duas pessoas de novo: Cris e Lolo. Resolvi checar só para ver qual o parentesco dos indivíduos. E, putz grila, que "about me" gigante é o deles. Acabei não entendendo o que eles são por falta de paciência para ler o "about me" gigante. Concluí que são casados. Mas não é isso o que interessa.
Vejam bem: a menos que sejam gêmeos, ninguém não grudado a outra pessoa. Não quero fazer crítica a ninguém, mas por que diabos as pessoas tendem a sair acompanhandas sempre? Por que as pessoas têm o péssimo hábito de sentir saudade? Por que as pessoas dividem um único perfil no orkut?
Não venho questionar sobre companhia ou saudade. Estou simplesmente indagando o que faz duas pessoas dependerem tanto uma da outra. Se vocês olharem por um lado, os do que vivem sozinhos, vocês vão perceber que nada disso possui motivo. Mas, se o lado que examinarem for os do que só ficam sozinhos quando vão ao banheiro, os motivos pipocam. É tudo uma questão de "modus vivendi". É como o anjo Gabriel disse para John Constantine no filme: "Você vai morrer cedo porque fumou vários maços de cigarro desde os 15 anos. E você vai para o inferno por causa da vida que você levou. Você está fodido."
Hoje, um pouco mais cedo, eu estava conversando com a Neylisa, que é uma menina que estudou comigo há muito tempo atrás. E, durante a conversa, ela me perguntou se eu ainda via algumas das pessoas com quem a gente estudou. E eu falei que não. Pouco depois, ela me perguntou com quem eu andava saindo. Usando a frase que uma amiga me disse, "Campo Grande é uma fazenda que cresceu demais." Mas, se eu falasse o nome das pessoas com quem eu estou saindo, será que ela conheceria? Essa pergunta vai ficar sem resposta. Por dois motivos. O primeiro é porque ela talvez não conheça mesmo. O segundo é pelo fato de eu não ter um grupo de amigos fixo.
Eu fico por aqui. Já disse a metade que eu tinha para dizer hoje.
quinta-feira, abril 14, 2005
12:01 PM - Sou chato.
Mas isso não é novidade. Isso é fato notório e público. A diferença é que ninguém percebe isso de primeira.
Estou em semana de provas. E pouca coisa anda acontecendo por aqui. Estou sem inspiração. Acho que eu ando me desapontando demais com algumas pessoas. E, por favor, não tirem conclusões precipitadas querendo saber de quem eu estou falando.
Acho que está ocorrendo uma inversão na minha personalidade. Mas estou com preguiça de falar sobre isso.
Reiterando o que eu digo para muita gente, eu não vejo a hora de me formar e me despedir das pessoas da minha sala. Ainda é possível manter contato com algumas dessas pessoas, mas a maioria pode dizer "adeus" sem esperança de voltar.
Vou trocar o nome do meu blog assim que eu terminar de postar isso aqui.
Fora isso, qualquer outro acontecimento se resume a comédia. Por mais sério que seja o assunto.
Acho que Hurt, do Nine Inch Nails, seria uma trilha sonora legal para ler esse post. Ou então Last Cup of Sorrow, do Faith No More.
Estou em semana de provas. E pouca coisa anda acontecendo por aqui. Estou sem inspiração. Acho que eu ando me desapontando demais com algumas pessoas. E, por favor, não tirem conclusões precipitadas querendo saber de quem eu estou falando.
Acho que está ocorrendo uma inversão na minha personalidade. Mas estou com preguiça de falar sobre isso.
Reiterando o que eu digo para muita gente, eu não vejo a hora de me formar e me despedir das pessoas da minha sala. Ainda é possível manter contato com algumas dessas pessoas, mas a maioria pode dizer "adeus" sem esperança de voltar.
Vou trocar o nome do meu blog assim que eu terminar de postar isso aqui.
Fora isso, qualquer outro acontecimento se resume a comédia. Por mais sério que seja o assunto.
Acho que Hurt, do Nine Inch Nails, seria uma trilha sonora legal para ler esse post. Ou então Last Cup of Sorrow, do Faith No More.
segunda-feira, abril 04, 2005
1:52 AM - "Caos. Honra. Morte. Glória." ou "Honra vs. Estupidez"
Eu poderia descrever algumas dessas palavras. E eu poderia tentar descrever as outras. Mas não vou fazer isso.
Eu tenho muitas coisas a dizer a algumas pessoas, mas também não vou fazer isso por aqui.
Talvez, uma ou outra pessoa que eu quero que leia esse texto realmente lerão esse texto. Então, eu vou fazer uma pergunta aqui, mas não espero resposta, nem comentários.
Por que as pessoas precisam complicar tanto as coisas? Por que elas fazem certas coisas mas não vêem as conseqüências?
Algum de vocês, com certeza, deve pensar na resposta: "porque somos todos seres humanos, e isso faz parte do ser humano." Essa é uma desculpa fácil de falar. É como fazer um buraco no casco de um navio e pegar o único salva-vidas para você, deixando o resto se afogar.
Eu poderia falar sobre o que eu deveria e não deveria ter feito esse fim de semana. Mas também não vou falar sobre isso. Para pessoas frustradas como eu, isso é sinônimo de masoquismo.
Para não ficar só na negatividade, eu acabei de assistir o filme "O Último Samurai". Muito bom filme. Recomendo para quem não assistiu. E revi a primeira casa onde morei. Melhor do que isso, só se eu tivesse estudado e não tivesse ido a certo lugar hoje.
Sim, eu estou negativo e precisava escrever...
Fora isso, lamento também a morte do Papa João Paulo II. Mas foi melhor assim. Ele não merecia sofrer mais.
Eu tenho muitas coisas a dizer a algumas pessoas, mas também não vou fazer isso por aqui.
Talvez, uma ou outra pessoa que eu quero que leia esse texto realmente lerão esse texto. Então, eu vou fazer uma pergunta aqui, mas não espero resposta, nem comentários.
Por que as pessoas precisam complicar tanto as coisas? Por que elas fazem certas coisas mas não vêem as conseqüências?
Algum de vocês, com certeza, deve pensar na resposta: "porque somos todos seres humanos, e isso faz parte do ser humano." Essa é uma desculpa fácil de falar. É como fazer um buraco no casco de um navio e pegar o único salva-vidas para você, deixando o resto se afogar.
Eu poderia falar sobre o que eu deveria e não deveria ter feito esse fim de semana. Mas também não vou falar sobre isso. Para pessoas frustradas como eu, isso é sinônimo de masoquismo.
Para não ficar só na negatividade, eu acabei de assistir o filme "O Último Samurai". Muito bom filme. Recomendo para quem não assistiu. E revi a primeira casa onde morei. Melhor do que isso, só se eu tivesse estudado e não tivesse ido a certo lugar hoje.
Sim, eu estou negativo e precisava escrever...
Fora isso, lamento também a morte do Papa João Paulo II. Mas foi melhor assim. Ele não merecia sofrer mais.
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