Tudo bem. Eu não estou fazendo nada, então, eu vou fazer um pequeno relato sobre a viagem para São Paulo, que já faz quase duas semanas que eu tento criar vontade para escrever. Enquanto isso, eu ouço a música tema de "The Good, the Bad and the Ugly".
Como já disse antes aqui no blog, uma das minhas provas foi antecipada para a semana anterior, caindo exatamente no dia em que eu sairia de viagem. Mas tudo foi resolvido com um pouco de lábia, um atestado médico falso e meu tio me perguntando e fazendo planos, como se já fosse certeza que eu iria mesmo pro show. Fiz a prova e, até o exato momento de postagem deste texto, o resultado não havia saído ainda.
Assim, não tendo que fazer a prova, eu ajeitei minhas coisas, que consistia em pegar um livro na biblioteca da UCDB, mandar consertar o solado descolado do meu tênis e botar tudo na mala. Depois de falar a verdade distorcida sobre o meu tênis e tudo pronto, com roteiro das estações de metrô inclusive, rumamos eu e meu tio Juninho para a maior cidade do país.
Com um cabeleireiro de sexualidade duvidosa, dois caras que tinham a idade mental atrasada e mais uma porção de pessoas de idade avançada, exceto por nós dois, o ônibus saiu no horário, às dezesseis horas do dia 24 de novembro, sem qualquer sugestão de graça, chegou no horário, às sete horas da manhã paulistana do dia 25 de novembro, e pegou muita chuva entre esses dois pontos.
Chegando ao nosso destino, meu tio, já descansado por ter dormido a maior parte do percurso, e eu, que não dormi nada novamente, fomos ao hotel, deixamos nossas coisas no porta-volumes de lá, pegando só nossas mochilas e capas de chuva extremamente necessárias, e saímos andando pela Marginal Pinheiros, respirando o odor nada agradável do lugar e andando muitas quadras paulistanas a mais até chegar ao shopping para comer algumas coisa, com o pensamento de procurar não chegar tão cedo ao destino, visto que os relógios ainda não marcavam nove horas matinais paulistanas.
Ao chegar lá, comemos e demos uma volta para conhecer o Shopping Eldorado, com o novo pensamento de gastar tempo até chegar ao meio-dia paulistano, que seria o horário em que nosso quarto seria liberado e a diária, obviamente, começaria a contar. Dando uma volta pelo shopping, não conseguimos encontrar rostos ou, ao menos, camisetas ou vestimentas de pessoas que potencialmente iriam ao show, fato este que mudaria um outro dia, que será contado no próximo post.
quarta-feira, dezembro 07, 2005
7:48 PM - Claro q é Rock! - O relato, parte 1: Da viagem
© Watson « 2005 - 2008 » Powered for Blogger by Blogger Templates