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Histeria, psicodelia, e etc.

Tudo o que você sempre quis saber sobre o Watson, mas ele nunca te falou porque não te conhece. 

domingo, setembro 07, 2008

10:31 PM - Avacalhar ou avacaliar?

Acabei de ver essa palavra numa comunidade do orkut. Resolvi postar para saber como se escreve.

Se for "avacalhar", tem alguma coisa a ver com vacas e calhas?

Se for "avacaliar", tem alguma coisa a ver só com vacas, sem calhas?

Eu sei que tal palavra não existe no vocabulário da Academia Brasileira de Letras, porque eu acabei de procurar. E qual seria a origem da palavra? O que a vaca tem a ver com brincadeiras de mau gosto dirigidas a pessoas as quais se quer ofender?

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9:13 PM - Hate mails: uma arte!

É fato eu que a internet mudou as vidas no planeta, conectando todo mundo no mundo todo ao mesmo tempo. E houveram muitas inovações nas artes de socializar trazidas pela internet. Nos tempos atuais, todo mundo tem (ou pode ter, se quiser) um blog, e-mail, perfil em sites de relacionamento, pode comprar e vender coisas, fazer pesquisas, ajudar a encontrar vida alienígena (como no programa SETI), ajudar pesquisas científicas (como no programa Folding@Home), assistir TV, etc.

Mas se tem uma coisa que eu admito que revolucionou minha vida é o tal do hate mail. Cabe mencionar que acabei de mandar um, ou mais ou menos o que poderia ser considerado um hate mail, porque, na verdade, foi mandado através de um programa de mensagens instantâneas. Todos que expressam sua opinião abertamente através de blog ou de maneira fechada por círculos de amigos estão sujeitos a uma mensagem de ódio. Inclusive eu já recebi várias mensagens de ódio aqui neste e em outros blogs.

E o que me deixa mais feliz é o fato de que eu também posso mandar um hate mail quando que quiser, para quem eu quiser, da forma que eu quiser. Antigamente, isso não era possível. Primeiro, porque você deveria saber onde a pessoa, objeto do seu desprezo, mora. Segundo, você teria que fazer uma mensagem tão marcante que a pessoa nunca se esqueceria, como escrever uma carta com sangue de porco para a pessoa ler. E mencionar que é sangue de porco, ou não faria qualquer sentido. Uma vez, eu vi num programa uma idéia muito interessante, que dava a sugestão de mandar uma mensagem de ódio com uma Jack O´Lantern com uma faca fincada e um bilhete escrito "Você!", mas dá muito trabalho fazer uma Jack O´Lantern, fora que eu teria que explicar porque eu estava fazendo uma Jack O´Lantern longe do Dia das Bruxas.

Ainda bem que eu estou tomando meus remédios.

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quinta-feira, setembro 04, 2008

6:25 PM - Adrenalina!

É impressionante ver o que acontece na aula do cursinho preparatório para a prova da OAB. O alto nível de adrenalina, misturado com o alto nível de estresse, pode ser extremamente prejudicial à saúde coletiva, tanto mental quanto fisicamente.

Veja bem. Nos últimos anos, está ficando cada vez mais freqüente o diagnóstico de doenças mentais ou simples transtornos. Talvez tenha sido descoberta uma nova gama de doenças, ou elas simplesmente foram inventadas como desculpa para faltar ao trabalho no dia em que o chefe está precisando de alguma coisa. O diagnóstico mais comum, ao meu ver, é o estresse, quem tem sido considerado causa de inúmeros transtornos físicos, como minha queda de cabelo e pêlo das pernas.

Mas, ao que parece, com a mentalidade frágil e volátil das pessoas de hoje em dia, o estresse anda incitando transtornos de personalidade. Hoje, por exemplo, durante a aula, achei que iria acontecer uma briga, porque uma pessoa da sala, ao perceber o barulho das conversas, fez aquele som batido "shhhhhhhh" de forma tão enérgica que pensei que haveria tiros em sala de aula.

Outro incidente ocorreu quando da queda do sinal, em que todos da sala praticamente levantaram de suas cadeiras querendo ajustar o receptor da antena parabólica para ver se voltava. Voltou. Sem precisar mexer na antena.

O terceiro incidente, que teve participação minha, foi do telefone que tocou no meio da aula. Mas não foi o telefone celular. Foi o interfone fixo. Tocou uma vez. Tocou outra vez e atendi, pois iria continuar tocando. Era o rapaz da recepção, dizendo que tinha uma pessoa que tinha chegado pra falar com outra pessoa. Não qual era, mas uma se chamava Gabriela. Eu gritei no meio da sala querendo saber se tinha alguma Gabriela. Como ninguém respondeu, falei que foi engano, e o rapaz confimou o erro.

Eis que, então toca de novo o telefone. Era a mesma pessoa. Fui educado novamente, mas deu vontade de dizer para a pessoa subir (minha sala fica no térreo, e o escritório que o rapaz chamou ficava no primeiro andar).

O ultimo incidente foi o fato de ter tocado "In Between Days", do The Cure, do começo ao fim, como fundo musical, enquanto o professor explicava recurso do processo civil. Apesar de não ter sido programado tocar essa música (alguns professores fazem paródias usando a matéria que ensinam), foi bem divertido.

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