Cada vez mais, eu fico surpreso com algumas coisas que acontecem, tanto de pessoas que eu conheço quanto de quem eu não conheço. A última de uma pessoa que eu conheço é de um de meus melhores amigos, que anda mentindo e fazendo coisas que não deveria pelas minhas costas. Grande amigo, hein? De qualquer forma, minhas provas contra isso estão prontas e guardadas em um local seguro. Se tem uma coisa que eu odeio é mentira.
Hoje, estava eu, sem fazer nada, como sempre, assistindo TV, passando os canais, quando eu páro numa reportagem sobre uma babá que foi flagrada batendo na criança que cuidava. Quando eu digo bater, é bater de verdade. A mulher chegava a dar murros na cabeça do guri de mão fechada. E ainda olhava para ver se não tinha deixado marcas na criança. Quando os jornalistas foram fazer a reportagem, ela já estava algemada, pedindo perdão e implorando para não ser presa, dizendo que não iria mais fazer aquilo, que ela tinha perdido a noção das coisas, e por aí vai. Ela foi solta. Dias depois, ela voltou a trabalhar para a mesma família e foi filmada batendo na criança de novo. Mais uma imploração. Dessa vez foi engraçada. Se fosse comigo, eu não chamaria a polícia. Eu torturaria de várias formas. Por mim, eu cortaria os braços dela pedaço por pedaço, começando pelos primeiros ossos do dedinho, passando para os segundos ossos, um dedo de cada vez, até sobrar apenas os ombros.
Sim, eu estou estressado! Minha cabeça dói e eu quero bater em uma pessoa! Eu não ando dormindo direito! Tomara que a humanidade não dure mais do que 150 anos.
E, por favor, se alguém for comentar e não estiver cadastrado no site de comentários, assine o nome no final. Coloque "ass.: fulano", por favor. Odeio comentários anônimos.
disse...
<=/, vai entender...
boa sorte com seu "amigo"...
=*
c ya!
disse...
Rapaz, "mentira" realmente eh foda...né. As vezes realmente dá vontade de torturar algumas pessoas, e a maioria dos humanos realmente eh podre, e esses mereciam desaparecer da face da terra, infelizmente não temos poder pra isso. Só podemos mesmo eh lamentar por "sermos" tão mesquinhos.
