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Histeria, psicodelia, e etc.

Tudo o que você sempre quis saber sobre o Watson, mas ele nunca te falou porque não te conhece. 

sábado, junho 24, 2006

4:02 PM - You are (Cat Power) Free

Eu queria postar sobre isso já faz tempo. Então, como eu já entrei para falar sobre outro assunto também, vou falar disso.

Eu andei pensando muito sobre o conceito de liberdade nesses últimos dias. É uma questão extremamente filosófica, mas que vale a pena ser comentada. Afinal, diz respeito a todo mundo. Eu, você, aquele cara que você odeia, um monte de gente que você não conhece, etc. Por isso mesmo, há vários pontos de vista, o que transforma isso numa discussão filosofal.

Vamos começar pela parte mais simples, claro: a tal definição de liberdade. "Liberdade" vem do latim liber, que quer dizer, obviamente, livre. Só que a liberdade de uns não é a mesma liberdade de outros. Vejam bem, uma pessoa que não tem emprego, vive por aí sem fazer nada, não tem responsabilidades nenhuma, é livre no sentido dele. Afinal, não ter que responder a ninguém é uma liberdade que poucos têm. Mas, pelo ponto de vista daquele cara que trabalha, acorda cedo todos os dias, cumprimenta o chefe quando chega ao serviço e ganha uma renda no fim do mês para poder gastar no que quiser, a liberdade não é a mesma daquele primeiro. Isso porque, como todo mundo sabe, o mundo é capitalista e, sem dinheiro, coisa que o primeiro não tem, não se pode fazer muita coisa.

Outra forma de liberdade é em relação a atitudes. Mas isso é uma área mais familiar pra mim, porque mexe com direito. Apesar de algumas religiões pregarem que não se deve matar outras pessoas e não se deve se matar (coisa que, pra mim, é a mais estúpida que uma pessoa pode fazer), qualquer pessoa pode brigar com outra e acabar matando. Como um professor meu falava, algumas mortes são por motivos extremamente fúteis. Mas isso não impede uma pessoa de matar outra. O que impede é a consciência. Nem mesmo a sociedade impede. Se alguém se irritar com uma pessoa e quiser matar, que mate. Ninguém é proibido de fazer. Mas haverá conseqüências. Essa é a "proibição" que uma pessoa tem. Serve também como proibição o que as outras pessoas vão pensar dela. Se roubar, vão chamá-la de ladrão; se matar, vão chamá-la de assassino; e assim por diante. Mas isso não tira a liberdade da pessoa de praticar tal ato.

Seguindo o mesmo raciocínio, há liberdade também quanto às outras pessoas. Atualmente, a regra de convivência entre as pessoas é a da individualidade. Cada pessoa existe para si mesmo. Por mais óbvio que isso seja, chega a ser triste e engraçado o que acontece por aí. Aparecem notícios de parentes que brigam entre si por causa de coisas pequenas, amigos que matam uns aos outros, e assim por diante. Agora, imaginem o que as pessoas fazem com aqueles de quem elas não gostem ou aqueles que elas não conheçam. Como é de se esperar, há guerra. Há liberdade para fazer guerra. E há liberdade para "sobrevivência", fazer de tudo para continuar vivo ou continuar bem. Mesmo que não seja numa guerra.

Ah...chega. Eu vou para com esse post. Comecei a escrever há mais de uma hora, saí para jantar e agora preciso ir ao banheiro. Vou aproveitar essa liberdade enquanto eu ainda tenho. E o outro motivo para eu ter postado é para informar que o "Love Art or Art Love?" passou dessa para melhor por falta de postagens. Quem sabe, um dia, seja remontado, com outro nome, e outros posts...


Anonymous Anônimo disse...

eu gosto qdo vc começa a filosofar das coisas da vida e vc acaba do anda assim, de uma hora pra outra o assunto hehehe...
a nossa liberdade é o que nos prende, já dizia alguém q eu não lembro o nome... seria musica? O.o
bom, não sei...
la vie la vie...
bjo bjo  


Anonymous Anônimo disse...

eitaporra!!!
ressucitou!! hehehe
e ressucitou com inspirações filósofas!

vai lá no meu que eu tbm ando postando "a beça"  


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